Epidemias: o que fazer?

Rosangela Andrade - 13/05/2019

Sabemos que as pesquisas médicas ajudaram muito nas últimas décadas tanto a eliminar como a diminuir bastante a ameaça de doenças infecciosas, como a varíola e a poliomielite. Só que, recentemente, algumas doenças voltaram a assustar, como a febre amarela e a dengue. De acordo com o Ministério da Saúde (MS), no ano de 2017 foram somados 262 casos de morte por febre amarela e só de julho a 6 de março de 2018, pelo menos 260 brasileiros perderam a vida.

Os primeiros casos de tuberculose, por exemplo, teriam sido registrados há mais de 20 mil anos. A doença, no entanto, não ficou no passado. A tuberculose continua a ser a doença infecciosa mais letal do mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que um quarto da população mundial tem infecção por tuberculose. Os esforços globais evitaram cerca de 54 milhões de mortes desde o ano 2000, porém os países ainda não estão fazendo o suficiente para acabar com a doença até 2030.

Em 2018, após 18 anos sem registro de sarampo autóctone (adquirido dentro do país), o Brasil voltou a registrar casos desta doença infecciosa aguda, de natureza viral e altamente contagiosa, que pode ser transmitida por meio de tosse, fala e espirro. 

As doenças que provocam os surtos também podem são típicas de cada região. Em alguns países pobres, por exemplo, a falta de informações cria resistências a campanhas de vacinação contra o sarampo e a poliomelite, entre outras enfermidades.

Podemos considerar que um dos motivos do retorno e aumento de doenças que antes eram consideradas erradicas, está relacionado também ao aumento do transito de pessoas entre os continentes. Todo ano, milhões de pessoas viajam para outros países, principalmente a trabalho, levando junto micro-organismos que podem causar doenças. Por causa de conflitos civis e pobreza, muitas vezes os governos não conseguem impedir que as doenças se espalhem. Também podemos considerar o fato de que muitas pessoas não sabem o que fazer no dia a dia para se proteger de doenças.

O modo como cuidamos das nossas defesas naturais influencia a nossa saúde. A vacinação é um dos mecanismos mais eficazes no reforço das defesas do organismo humano. Trata-se da forma mais segura de prevenção de doenças graves que podem levar a morte. Por isso, muitos gestores estão investindo na imunização corporativa, uma iniciativa que além de proporcionar um benefício ao trabalhador reduz a proliferação de doenças na comunidade. 

Em algumas profissões, os funcionários apresentam mais chances de contrair determinadas doenças. Como é o caso dos trabalhadores que atuam viajando frequentemente para locais de risco. Nesse caso, é indicado que o colaborador receba a vacinação adequada antes de realizar as suas viagens — e a vacina antigripal e da hepatite A são algumas delas. 


Durante a 18º Edição do Congresso Brasileiro de Qualidade de Vida, que tem como tema os ‘Objetivos de Desenvolvimento Sustentável’, será considerado o assunto das epidemias e maneiras de atuar na prevenção. Um cuidado fundamental para proteger a saúde do trabalhador, evitar o absenteísmo e, principalmente, impedir a transmissão da doença para os seus colegas de equipe.

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